Pelo Futuro

2010/03/25

Citando Paulo Rangel “a democracia tem de garantir a cada nova geração a possibilidade de decidir do seu próprio destino”. É esta liberdade e responsabilidade geracional que também nos desafia a dar um contributo para a construção de uma alternativa de poder. Acreditamos que a crise económica e financeira na qual Portugal mergulhou é sintoma de uma doença mais grave que se alastra silenciosamente desde que o PS tomou o poder. Há uma crise social, um défice moral, e uma ameaça de falência dos nossos valores, que condiciona a saúde da nossa democracia. A nossa candidatura não se esgota num discurso economicista, nem em receitas de macro-economia, mas tem a ambição de ir mais longe, à raiz do problema, para fazer a ruptura com o modelo socialista que tem minado a sociedade portuguesa. Por isso acreditamos que a redução do défice das contas públicas, as opções do pec, os orçamentos rectificativos, e demais instrumentos de engenharia financeira, não são a solução para todos os problemas do país. Há um modelo social que foi construído pelo PS e que deve ser denunciado publicamente. Não podemos exigir à classe média portuguesa que pague os custos das políticas socialistas. Não podemos exigir aos Portugueses, que trabalharam toda uma vida, que se conformem com a previsão de terem as suas reformas desfalcadas para sustentar os custos sociais daqueles que, podendo, não querem trabalhar. Não é justo que quem dá mais à sociedade Portuguesa responda pelos custos sociais daqueles que dão menos e, muitas vezes, em nada contribuem para a comunidade. Temos pois que libertar o futuro das próximas gerações que vão nascer já com o “dote” do endividamento destes anos de desgoverno socialista. O contribuinte Português tem sido o garante da subsistência de uma doença social que criou um estado de subsidio-dependência, designadamente, do rendimento social de inserção, e que tem gerado efeitos perversos: 1º o número de “novos pobres” aumenta pois está instituída uma máquina oficial que todos os dias atrai mais gente para o rendimento social de inserção; 2º os subsídios de desemprego, e outras prestações sociais como o rendimento social de inserção, estão em competição com os salários baixos e com o trabalho precário, o que desmotiva o próprio mercado de trabalho; 3º a campanha socialista pelas prestações sociais – como o rendimento social de inserção – foi de tal forma vigorosa que muitos já assumem que, pela via do subsídio e abonos complementares, ganham mais do que aqueles que trabalham arduamente e que, não só têm que suportar as suas famílias, como ainda os custos sociais da “Previdência”. É preciso, é urgente, e é inevitável romper com esta injustiça social. Paulo Rangel promete ainda ibertar Portugal do peso do endividamento; romper com o modelo educativo vigente que faz dos professores os avaliados; denunciar o laxismo da “escola inclusiva”; aliviar a canga do investimento público que endivida o país de modo esigual e absorve grande parte dos activos da banca anulando a capacidade desta para financiar projectos de iniciativa privada. Temos que nos empenhar em romper com este lastro de endividamento público que nos afunda e que nesse naufrágio quer arrastar ainda os rendimentos de quem trabalha com uma carga fiscal e de custos sociais que a todos asfixia. Temos ainda que ganhar coragem para nos libertarmos da herança revolucionária da liberdade, igualdade e fraternidade para aceitarmos que, nos anos zero deste novo milénio, temos que proclamar a diversidade, a solidariedade e a segurança como paradigmas complementares daqueles e constituintes de um novo Estado. Diversidade porque a igualdade faz-se pelo direito à diferença, por exemplo, das regiões e das autonomias. Solidariedade porque os direitos sociais exigem respeito pelas diferenças sem resvalar para o igualitarismo. Segurança porque não é livre, nem pode ser solidário, quem vive sob o jugo do medo, da incerteza contra os riscos sociais, e sob a ameaça de ineficácia do Estado de Direito.

É este novo paradigma que nos promete Paulo Rangel e no qual acreditamos.
Pelo futuro.

João Nuno Almeida e Sousa
Mandatário Regional nos Açores da candidatura de Paulo Rangel.

Testemunho – Cátia Nunes

2010/03/24

Caros amigos (as) e companheiros (as)

A convite do nosso companheiro Luís Carneiro, aceitei com muito gosto, ser Mandatária pelo Corvo, com a grande finalidade de tornar o Dr. Paulo Rangel, o novo Presidente do PSD.

A JSD tem um papel fundamental e extremamente importante dentro do partido e como membro desta e militante do PPD/PSD, vou dar todo o meu apoio ao Dr. Paulo Rangel.

Penso que o Dr. Paulo Rangel tem as qualificações necessárias para o cargo de Presidente do partido. É com muita garra que ele defende o ideal social-democrata e é disto que o PSD necessita neste momento.

Já dei e continuarei a dar o meu contributo e espero que todos façam o mesmo.

Cátia Nunes

Moção Global de Estratégia de Paulo Rangel

2010/03/22

Consulte aqui a moção global de estratégia de Paulo Rangel.

Mensagem aos militantes dos Açores

2010/03/22

Companheiras e Companheiros da Região Autónoma dos Açores,

No dia 26 de Março os militantes do PSD têm um encontro marcado com o futuro: vamos todos escolher, com o nosso
voto, quem será o futuro Presidente do nosso Partido e candidato a Primeiro-Ministro.

Vivemos um momento difícil, crucial mesmo. O PS e José Sócrates legam-nos uma crise sem paralelo não só no plano financeiro mas também económico, social e político, resultado de 15 anos de propaganda e facilitismo.

Acredito que é possível derrotar a inércia, vencer os impasses e transformar Portugal e que só o PSD pode protagonizar esse projecto de ruptura com este passado, com os interesses instalados e com a estagnação a que estamos sujeitos. Foi assim com Sá Carneiro, foi assim com Pinto Balsemão e foi assim com Cavaco Silva. Tem de ser assim agora!

Ambicionamos um Estado verdadeiramente independente, que não alimente promiscuidade entre os interesses públicos e privados. O nosso projecto passa por dois desígnios: Libertar-nos da Divida e Promover a Mobilidade Social. O Estado, as famílias e as empresas são hoje escravos da dívida. Temos de nos libertar desta dívida que condena duramente as gerações presentes e futuras. Temos de voltar a ter esperança!

Temos também que apostar numa sociedade dinâmica, que premeia o mérito, que reduz a assimetrias, que promove a mobilidade social. Tendo como máxima prioridade o emprego, nós temos, o PSD tem, a missão nacional de devolver, pela política e pela economia, a liberdade de escolha e de realização às pessoas. Disciplina financeira, dinamismo económico, rigor na educação, agilidade na justiça, equilíbrio social e inovação territorial são os eixos de uma ruptura política de que Portugal precisa mais do que nunca.

Mas a nossa atenção vai também para questões que são legítimas preocupações regionais, tais como as relacionadas com um dos pilares da economia dos Açores, a agricultura e a pecuária, onde o arquipélago tem uma posição relevante como produtor de lacticínios. O sector primário tem um valor estratégico pelo papel multifuncional que desempenha a nível económico, social, ambiental, alimentar, energético e de ordenamento do território. Tem por isso de ser assumido como prioridade de defesa perante a Administração Central e a União Europeia. A Autonomia Açoriana, a sua plenitude e o seu natural dinamismo são, para o PSD, questões de princípio, insusceptíveis de traficância oportunista. Por isso, a travagem do processo autonómico constitui um erro histórico que deixará em mãos alheias a decisão sobre os destinos dos Açores, retirando às novas gerações a possibilidade de darem o seu contributo criativo. O elevado custo das passagens áreas dos Açores provocaram quebras consideráveis do turismo e das actividades económicas relacionadas com esta indústria.

Como actual modelo de transporte aéreo só há uma solução, baixar os preços. Tal como se verifica com a outra Região Autónoma!

No dia 26 de Março a escolha faz-se entre uma via social-democrata actualizada para a economia global ou uma visão mais liberal da sociedade. Mas também vamos eleger quem defrontará o PS quando o País voltar a ser chamado a eleições.

E nós já demonstrámos que, juntos, conseguimos vencer eleições.

Porque cada militante do PSD é um cidadão livre, dono exclusivo do seu voto, peço-lhe que no dia 26 de Março pense
no Partido e, mais importante, na nossa Pátria, quando exercer um dever e um direito que é apenas seu: votar!

Conto consigo! Sabe que pode contar comigo! Juntos vamos LIBERTAR O FUTURO!

Paulo Rangel

Vídeo de Paulo Rangel nos Açores

2010/03/17

Por uma classe média forte

2010/03/17
O meu projecto de ruptura ambiciona para Portugal uma classe média forte e pujante, e isso só poderá ser alcançado através da obtenção de justiça social. Esta faz parte do património indeclinável do PSD e não teremos uma social democracia moderna se não existir justiça social. O meu sonho, que julgo ser também o sonho de todos os militantes do PSD, é um pais em que haja uma classe média forte, não só na economia, mas que seja também forte no conhecimento e na informação. Uma classe média que seja capaz de lidar com o mundo globalizado da informação e da tecnologia. A criação de uma classe média culta deve ser também o nosso projecto para Portugal. Para isso temos de ter politicas concretas ao serviço deste objectivo.
O Estado e a política devem constituir um elevador, um ascensor social que faça com que aqueles que vivem pior, melhorem o seu nível de vida, e aqueles que vivem razoavelmente, vivam ainda melhor. Para isso ser alcançado, devemos ter políticas concretas. Do ponto de vista económico, é essencial o dinamismo da nossa economia. Temos de diminuir os custos das empresas, de promover o sector exportador e o sector que concorre com as importações. Temos de baixar os custos de produção, de criar emprego através dessa competitividade externa e desse dinamismo económico. Com isso estaremos a criar uma classe média e a fortalecer as classes mais desfavorecidas.
Paulo Rangel

Apoiantes de Paulo Rangel

2010/03/15

Apelo à ruptura

2010/03/15

Neste fim de semana tive a oportunidade de apresentar no Congresso de Mafra a minha visão para o país. Acredito que os militantes do PSD perceberam que a minha candidatura apresenta-se como a única capaz de vencer os desafios dos próximos anos.

Eu julgo que aquilo que é essencial, aquilo que é verdadeiramente importante, fazer nesta altura pelo país e pelo Partido Social Democrata é apresentar aos portugueses um projecto claro, um projecto que rompa com

15 anos de governos socialistas, com 15 anos de governação socialista. E se formos capazes de apresentar esse projecto de ruptura, de o apresentar com clareza e com firmeza aos portuguesas, eu não tenho dúvidas que vamos mobilizar a sociedade portuguesa, que vamos vencer as eleições, e que vamos transformar Portugal. E que, tal como no passado, vamos arrastar os nossos adversários para virem fazer connosco a ruptura que Portugal precisa.

Faço aqui um apelo aos militantes do PSD que ainda têm as quotas em atraso, para as pagarem até amanhã, data limite para regularizar a situação. Só assim podem ajudar a minha candidatura a vencer as eleições directas, para depois podermos transformar Portugal num país mais evoluído, mais justo e mais solidário. Só quem tiver as quotas em dia poderá votar no dia 26 de Março. Cada militante representa um voto, e por isso, a decisão está nas mãos de cada um.

Paulo Rangel

Testemunho – Rui Rebelo Gamboa

2010/03/15

Como militante do Partido Social Democrata, sou chamado a votar no próximo dia 26 para escolher o líder que sucederá a Manuela Ferreira Leite. Reflecti e analisei as 4 candidaturas, numa dupla perspectiva daquilo que é melhor para o PSD e daquilo que é melhor para o país e para os Açores. E a  conclusão a que cheguei é que Paulo Rangel quem reúne mais e melhores condições para dar resposta aos problemas e desafios que se apresentam ao partido e, bem assim, ao país.

Parece uma evidência, desde logo, que o PSD necessita de se demarcar da desastrosa linha política que tem vindo a ser praticada pelos governos socialistas e, em especial, pelos governos Sócrates. É perfeitamente inadmissível a herança que o PS está a deixar às gerações futuras em termos de dívida. Para mais, dívida que é contraída sem qualquer perspectiva de melhorar a economia do país. É exactamente nesse contexto que Rangel centra a sua ideia-chave: Libertar o Futuro. Este slogan tem uma representatividade deveras importante, porque reúne em si uma ideia de desenvolvimento económico e social que recusa onerar o futuro, em nome de interesses dúbios, como aqueles que estão adjacentes às obras megalómanas que se queriam fazer. Aliás, é no afastamento do clima de suspeição, de intriga e de bafio que se vive no poder político em Portugal e nos Açores, que assenta em muito a candidatura de Rangel.

Com uma doutrina realista e esclarecida e claramente à direita tanto dos seus adversários internos, como, evidentemente, do PS, Rangel apresenta, mais do que uma imagem plastificada, soluções concretas para cada um dos problemas e questões da actualidade. Com mundividência e sentido de Estado, consegue pensar os assuntos sempre numa perspectiva global e funcionalista. Por exemplo, em relação aos Açores, Rangel – talvez já pela experiência em Bruxelas – compreendeu que a relação com a União Europeia está claramente descurada pelo governo regional. Se nos afastarmos um pouco da lógica assistencialista e de conflituosidade partidária, que sempre norteou os governos PS nos Açores, chegamos rapidamente à conclusão que não é em Lisboa, mas sim em Bruxelas que se decide quase tudo sobre a vida dos Açorianos. Daí que Rangel tenha concluído que os Açores devem investir mais na relação com a UE.

Procura-se, com este projecto, o fortalecimento da classe média, tanto a nível económico, como a nível de conhecimento. Não tenho dúvidas que esta é uma característica essencial das sociedades modernas, pelo que a médio/longo prazo deverá ser um objectivo a cumprir. Por todas estas razões, apoio e votarei Paulo Rangel.

Defendo um desenvolvimento das autonomias regionais

2010/03/15

Ontem, em Ponta Delgada, Paulo Rangel defendeu o desenvolvimento das autonomias regionais, uma maior autonomia, progressiva e que se vá desenvolvendo e amadurecendo.


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